quinta-feira, 3 de abril de 2014

BIOGRAFIA - WILLIAM CROOKES

William Crookes  (1822 - 1919)
As pesquisas sobre os fenômenos do Espiritismo efetuadas por Sir William Crookes durante os anos de 187O a 1874 constituem um dos mais significativos eventos da história do movimento.

Sir William Crookes era figura proeminente no mundo científico. Eleito Membro da Sociedade Real em 1863, recebeu dessa organização em 1875 a Royal Gold Medal, por suas várias pesquisas no campo da Física e da Química, a Davy Medal, em 1888, e a Sir Joseph Copley Medal em 19O4.

Foi nomeado Cavaleiro pela Rainha Vitória em 1897 e recebeu a Ordem do Mérito em 191O. Ocupou diversas vezes a cadeira de Presidente da Royal Society, da Chemicak Society, da Institution of Eletrical Engineers, Da British Association e da Society for Psychical Research.

Sua descoberta do novo elemento químico a que deu o nome de "Thallium", suas invenções do radiômetro, do espintariscópio e do tubo de Crookes representam apenas uma pequena parte de sua grande pesquisa. Em 1859 fundou o Chemical News, que editou, e em 1864 tornou-se redator do Quarterley Journal of Science.

Em 188O a Academia de Ciências da França lhe concedeu uma medalha de ouro e um prêmio de 3.OOO francos, em reconhecimento por seu importante trabalho. Nessa época, os fenômenos psíquicos estavam em moda na Europa e na América, desafiando as conhecidas leis da ciência e os cientistas. Crookes aceitou o desafio. Confessa o sábio que iniciou as suas investigações sobre fenômenos psíquicos pensando que tudo fosse truque. Seus colegas sustentavam o mesmo ponto de vista e ficaram satisfeitos com a atitude que ele havia tomado. Foi manifestada profunda satisfação porque a pesquisa ia ser conduzida por um homem altamente qualificado. Quase não duvidavam que aquilo que consideravam as falsas pretensões do Espiritismo fosse desmascarado. Disse um escritor da época: "se um homem como Mr. Crookes trata do assunto... em breve saberemos em que acreditar". Numa comunicação a Nature, o Dr. Balfour Stewart, mais tarde professor, elogiou a coragem e a honestidade que levou Crookes a tomar aquela resolução. O próprio Crookes assentou que era dever dos cientistas fazer tal investigação.

Durante quatro anos de experiências levadas a efeito com a médium Florence Cook e o Sr. Home foram observados os seguintes fenômenos: movimentos de corpos pesados com contato, mas sem esforço mecânico; fenômenos de percussão e outros sons da mesma natureza; movimentos de objetos pesados colocados a certa distância do médium; mesas e cadeiras elevadas do solo sem ninguém lhes tocar; elevação de corpos humanos; aparições luminosas; aparição de mãos luminosas ou visíveis à luz ordinária; formas e figuras de fantasmas; casos particulares parecendo indicar a ação de uma inteligência exterior; manifestações diversas de caráter complexo. Nessas experiências Crookes tirou 42 fotografias de Katie King (o espírito que comumente materializava-se nas reuniões).

Após exaustiva pesquisa Crookes publica o seu relatório, anexando a carta na qual pedia a Stokes, Secretário da Sociedade Real, que viesse ver as coisas com seus próprios olhos. Recusando-o, Stokes colocou-se exatamente na mesma posição daqueles cardeais que não quiseram ver as luas de Júpiter pelo telescópio de Galileu. Defrontando um fato novo, a ciência material se mostrou tão fanática quanto a teologia medieval.

Com a divulgação de suas opiniões a respeito dos fatos psíquicos, William Crookes recebeu da idiossincrasia dos pensadores contemporâneos a gargalhada do deboche, a bofetada da indiferença. Não obstante, o cientista prosseguiu com o mesmo entusiasmo, até que convocado a receber uma das mais altas homenagens da Coroa Britânica, o título nobiliárquico de "Sir", foi-lhe sugerido que abandonasse as teorias de ordem espiritista para afirmar que a sua conclusão fora o resultado de uma alucinação psicológica. A isso o eminente pesquisador contestou com altivez: "Cada dia que passa, à medida que os tempos se dobram sobre os anos, na razão direta em que se vão e são adquiridas experiências novas é maior certeza tenho a respeito da indestrutibilidade do espírito imortal, da realidade da vida após a morte e da grande fenomenologia espiritista, que nos coloca em contato com essa realidade: a vida espiritual".

Assim foi a vida de Crookes após suas pesquisas espirituais. As críticas maldosas e os elogios sinceros nunca mais estariam ausentes do seu cotidiano. Disseram ser ele apenas um velho apaixonado pela jovem Florence. Mas outros refutavam dizendo-se privilegiados por viverem em sua época e por serem ingleses.


Crookes brilha na história dos fenômenos psíquicos como o sábio que mais profundamente ousou adentrar-se no invisível através da pesquisa científica metódica, desvelando para o mundo leigo e acadêmico a existência de um outro mundo vasto e complexo, mas perfeitamente penetrável e palpável para os exploradores desarmados dos pueris preconceitos contra o mundo espiritual.

Fonte; http://www.gesp.org.br/biografias/biowilliam_crookes.htm

sexta-feira, 14 de março de 2014

O PROBLEMA DO DESTINO

Uma questão que se apresenta para todos os seres humanos é o “porquê” do seu destino. Por que alguns são tão afortunados e outros não? Qual a razão de termos tantas diferenças de nascimento entre os seres humanos, principalmente a grande desigualdade dos talentos e das fortunas? Por que tanta diferença na vida, onde para uns parece sorrir a sorte e para outros tudo sair errado ?

A resposta para esta questão, intimamente ligada ao problema da existência da dor e do mal, parece impossível de ser encontrada pela mente ocidental. Como compatibilizar tanto sofrimento, tanta injustiça, com a existência de Deus?

Pois bem, a questão do destino não é tão complicada como se imagina ! Sua solução escapa dos pensadores quando estes restringem o seu próprio campo de visão, seja pelas doutrinas materialistas que professam – doutrinas que nada admitem além da morte – seja por apegarem-se a antigos dogmas religiosos, para os quais o homem vive apenas uma vez sobre a terra.

Uma vez que se admita a pré-existência do espírito, e sua jornada evolutiva através das reencarnações, o problema se coloca em outro prisma. Nosso destino atual nada mais é do que o resultado do que fizemos ontem e o nosso dia de amanhã será determinado pelo nosso modo de agir no agora. A lei de causa e efeito, dando a cada um conforme suas obras, estabelece o equilíbrio na criação e garante justiça para todos os seres.

O problema da existência do mal, também deixa de ser tão impressionante, para se revelar o resultado da existência em nosso planeta de uma população de espíritos endividados perante a lei eterna, recapitulando experiências difíceis, que deixaram de aprender pelos caminhos do bem. O mal, em si mesmo, é apenas o resultado da ausência de bem, da ignorância, do mesmo modo que as trevas são apenas a ausência de luz e não um poder antagônico a ela.

Determinando o destino, além da lei de “Causa e Efeito”, há a lei do “Progresso”, que impulsiona todos os seres para a perfeição. Na sua forma mais visível é esta lei que leva instintivamente todos os seres a buscarem a felicidade e a libertação do sofrimento. Nesta busca incessante desenvolvem suas capacidades e progridem.

Assim, o destino do homem é construído por ele mesmo. Da mesma forma o destino das sociedades é o resultado das ações coletivas de seus membros. A história, em essência, é o registro das causas e efeitos provocados ao longo do tempo pelo esforço das coletividades humanas em busca do progresso.

Como nem sempre o progresso intelectual é feito ao mesmo tempo que o moral, as circunstâncias variam enormemente na história dos povos. Grandes progressos intelectuais podem ser seguidos de grandes catástrofes morais. Outras vezes séculos de penúria material trazem grandes progressos morais. A trama do destino é complexa e seu conjunto completo escapa da nossa visão restrita. Presos ao plano material perdemos a visão dos atos intermediários que se passam no plano espiritual e não temos a capacidade de abranger em nossa análise todos os milênios de aprendizado que cada um de nós tem por detrás de si.

A filosofia Espírita respondendo ao problema do destino, coloca diante do homem a responsabilidade de mudá-lo. Se nós mesmos fazemos nosso destino, é a nós que cabe criar o mundo melhor do amanhã. Ao espírita não basta apenas o conhecimento, é imprescindível a vivência desse conhecimento.

Aproveitamos também este editorial, que trata do problema do destino, para homenagear Léon Denis, que no livro “O problema do ser, do destino e da dor” (titulo da tradução da FEB), trata longamente deste tema. É uma pena que as obras de Léon Denis não sejam mais amplamente conhecidas e estudadas, grande divulgador da Doutrina e grande filósofo, soube explorar com maestria os grandes problemas respondidos pelo Espiritismo e que podem mudar os rumos da humanidade.

Muita Paz,

Grupo de Estudos Avançados Espíritas
(Publicado no Boletim GEAE Número 451 de 11 de março de 2003 )

segunda-feira, 10 de março de 2014

POR QUE MOTIVO ALGUÉM SE TORNA "SUGADOR" DAS ENERGIAS DE OUTRO? COMO FAZER PARA EVITAR SER SUGADO?

Nos diz o trocadilho popular que um dos mais chatos problemas de uma pessoa é ela se perceber sendo o que não percebe que é. Nesse universo, muitos sequer chegam a notar que são tidos como: sempre sorrindo de tudo, tristes, chatos, brincalhões, inconvenientes, desinteressantes, enfim... Só que nesse tipo de problema, via de regra surge alguém que diz, comenta ou mesmo orienta como fazer para mudar, despertando a criatura a refletir sobre o que se passa e como reagir ou mudar positivamente.

No caso de uma pessoa sugadora de energias (magnetismo ou fluidos), o problema é mais complexo. Enquanto as pessoas se afastam daquelas primeiras circunstancialmente, com estas há uma tendência a se evitar estar perto, chegando-se ao ponto de “troca de calçada” para evitar qualquer aproximação. É que estas, após algum contato ou relação, deixam seus interlocutores exauridos, abatidos, acabados, desenergizados, seria a expressão mais correta.

E de onde vem essa capacidade de sucção? Esta é uma questão sem resposta precisa. Podemos conjecturar que, de alguma forma, os centros vitais de um sugador tem uma capacidade de centripetação de fluidos (introjetar em si mesmo) muito alta, favorecendo a que sejam atraídos ou arrancados fluidos daqueles que se permitam ser sugados. Essa “permissão” para a sucção independe, de certa forma, da vontade do “doador” – adiante veremos como conter isso.

Mas também existe a possibilidade de haver pessoas com baixa capacidade de se auto manterem, energeticamente falando, por isso se transformando em potenciais sugadoras. Essa possibilidade se constata com o fato de sugadores estarem sempre precisando estar perto de gente, conhecida ou não. E quando os sugadores se sentem bem após terem estado próximos a alguém, pode-se facilmente comprovar que este alguém se sente repentinamente fragilizado.

Uma terceira possibilidade é que o sugador gosta de se sentir farto, pesado, como quem acabou de se alimentar demasiadamente e agora quer ficar num estado quase letárgico, como o que o organismo lhe proporciona. Esse tipo de sugador costuma ter um jeito de ser meio lerdo e quase sempre apresenta sinais de pouco entendimento das circunstâncias em geral que o rodeiam .

Pode ocorrer que outras origens sejam a matriz do fenômeno, mas não conheço nenhuma pesquisa que esteja em andamento acerca do fato, como igualmente desconheço detalhes ou considerações outras em obras ou anotações alhures. Caso você, leitor do Vórtice, tenha algo que contribua para o melhor conhecimento desse fenômeno, por favor escreva para este jornal e nos informe.
Quanto ao evitar a perda de fluidos para um sugador, algumas providências podem ser observadas .

O primeiro quesito é identificar quem e quando está sugando. O início dessa identificação se dá quando percebemos ou simplesmente nos sentimos sendo sugados. Ato contínuo a essa percepção, busque-se identificar, o quanto antes, quem a está provocando. Certifique –se se se trata mesmo de quem foi identificado. Para tanto, aproxime-se por uns instantes do provável sugador e perceba o que ocorre em você, procurando notar se há alguma sensação estranha e desconfortável; em seguida afaste-se bastante (cerca de uns 3 a 5 metros) e note se essa sensação desagradável (de sucção) diminui acentuadamente ou até se já passou. Confirmada esta hipótese, tome atitudes  como as que recomendo em seguida .

Todavia, em não sendo confirmada essa mudança, repita a experiência com outra pessoa que esteja por perto e que possa vir a ser quem se procura; e siga assim até “descobrir”  o sugador.
Observe que pessoas muito tristes e falando coisas negativas sempre transmitem um certo toque de sucção mas que nem sempre se trata desse fenômeno e sim de um reflexo psicológico que traduz estarmos nos envolvendo emocionalmente com situações desagradáveis, as quais nos desestabilizam, mas que nem por isso está, necessariamente, provocando perdas fluídicas.

Outro ponto a ser observado é se quem está “arrancando” seus fluidos está próximo ou distante . Quando está próximo, o mecanismo que indiquei acima será suficiente para confirmar, porém quando o sugador está distante, então ele estará agindo de forma quase hipnótica, para isso usando de foco fixo em você e colocando-se abstrato a tudo o mais que o rodeia.  Geralmente isso ocorre de forma tão concentrada que esse tipo de sugador sequer sabe dizer o que está se passando, por mais que ele diga estar prestando atenção ao que ocorre fora do fenômeno.

Um terceiro ponto a considerar é procurar saber se o sugador é consciente ou  inconsciente acerca do que faz . A grande maioria é absolutamente inconsciente; a única coisa que ele identifica é que certas pessoas parece deixarem-no mais vivo, mais energizado, mais farto. Essas pessoas são as que oferecem melhor afinidade magnética. Os sugadores conscientes precisam ser orientados que esse procedimento é imoral e devem ser convidados a refletirem sobre o que fazem, da mesma maneira como advertimos pessoas indelicadas, grosseiras ou que ofendem outras pessoas.
Isto colocado, vamos às defesas.

Identificado o sugador, a atitude mais comum que a maioria toma é a do afastamento, mas isso não resolve o problema em si, pois se ele não te suga, sugará a outrem. Assim, tendo sido identificado e não se pretendendo uma aproximação, tome-se atitudes dispersivas como: agitar o corpo, evitar posturas muito estáticas ou ficar parado ante seu olhar, como que hipnotizado, favorecendo ao clima de sucção. E se a percepção da sucção se der após o sugador ter-se ido, procure tomar um bom banho ou fazer uma boa caminhada e, em todo e qualquer caso, fazer respiração diafragmática; essas atitudes são tipicamente dispersivas, que são o reconstituinte básico de reequilíbrio após grandes perdas fluídicas.

Caso seja possível a aproximação mais demorada junto ao sugador, procure envolvê-lo com atitudes igualmente dispersivas, como abraços com movimentos de braços, sorrisos com bons bocados de ar expelidos de forma mais forte, e, de preferência e se for o caso, fazer-lhe bons passes dispersivos  e só dispersivos. Quanto mais dispersivos ele receber, mais ele terá possibilidades de se harmonizar, com isso vindo a diminuir sua capacidade de sucção(*). Provavelmente será sentido que quanto mais dispersivos se fizer, tanto o sugador como o magnetizador se sentirão mais energizados, só que o primeiro ficará sem sentir aquela sensação de peso e o segundo, como se tivesse recarregado as baterias. A falta disso termina deixando ambos descompensados e leva ao afastamento dos pares, adiando as possíveis soluções de curto, médio e longo prazo.

Os sugadores devem ser orientados a mudarem seus modos excessivamente estáticos ou de fixação sobre pessoas e também a fazerem regulares exercícios de respiração diafragmática, pois isso diminuirá significativamente essas sucções despropositadas e ainda os deixarão melhor ante suas próprias naturezas.

Um último ponto, que se trata de uma repetição: a respiração diafragmática é sempre muito útil nesses casos e deve ser usada por ambos, sugadores e sugados.
 (*) Sugiro a leitura dos valores dos dispersivos em meus livros “Manual do Passista” ou “Cure e cure-se pelos passes”.


JORNAL VÓRTICE  ANO VI, n.º 09- fevereiro -2014 Pág.18

sexta-feira, 7 de março de 2014

O QUE É, QUAIS OS RISCOS E COMO REGULARIZAR UMA SITUAÇÃO DE FADIGA FLUÍDICA?

JACOB MELO responde

O que é, quais os riscos e como regularizar uma situação de fadiga fluídica?

A fadiga fluídica se caracteriza pela seguida e acentuada perda energética (fluídica) de uma pessoa, podendo essa perda chegar a comprometê-la orgânica e fluidicamente. Em princípio, isso se dá pelo uso intenso das próprias energias vitais – através de doação espontânea ou compulsória –, uso esse além da capacidade natural de cada ser. Todo ser humano tem uma capacidade peculiar de se auto-recompensar; significa dizer que o próprio organismo dispõe de mecanismos que regulam a reposição energética vital empregada nas mais variadas atividades, desde que os limites de cada um sejam respeitados.
No caso específico do magnetismo, os magnetizadores, doando fluidos de si mesmos, empregam energias vitais próprias, as quais podem vir a ser empregadas em excesso, com isso acarretando essa fadiga. Quão mais habilitado e conhecedor do próprio magnetismo for o magnetizador, melhores condições terá ele em reconhecer até quando e onde pode ir e quando deve parar, além de saber usar, com conveniência e segurança, as técnicas que tanto ajudam ao paciente a melhor usufruir do passe como o defendem de eventuais perdas excessivas ou desnecessárias.

Dito isto posso agora acrescentar que a fadiga fluídica é algo complexo. Começa por ocorrer em situações as mais variadas e nem sempre é simples a percepção de sua ocorrência, notadamente por quem nunca foi advertido para o fenômeno.
Profissionais de diversas áreas podem ser afetados por essa fadiga fluídica. Isso se dá quando eles, mesmo sem perceberem, fazem doações energéticas excessivas, seja por grandes envolvimentos fluídico-emocionais, seja pelas grandes sucções energéticas que algumas pessoas tem o “dom” de desenvolver e, com ele, extrair fortes campos energéticos desses profissionais.
É relativamente comum ouvirmos profissionais como psicólogos, psicanalistas, massoterapeutas, os “personal-alguma-coisa” e outras categorias que lidam direta e emocionalmente com pessoas dizerem que largaram a profissão por se sentirem estafados, sem ânimo e que basta atender alguns poucos pacientes/clientes e logo o mundo energético desaba. Seguramente, a maioria estará acometida de fadiga fluídica.

Dividindo em dois grupos, as sensações mais comuns em quem tem fadiga fluídica são:
1- Cansaço excessivo, ressaca sem justificativa, peso ou ardor nos olhos, sono sem refazimento, gosto acre na boca, respiração descontrolada e dores localizadas no gástrico e esplênico. Isso é o que, em termos, pode-se vir a sentir na fase inicial da fadiga. Quando ela se aprofunda, ou seja, vai crescendo e a pessoa não toma qualquer providência, cai no segundo caso:
2- Dores e inflamação nas articulações, palpitações no peito, dores semelhantes a dores de angina e muitas dores como as patrocinadas pela fibromialgia. As inflamações nas articulações podem progredir ao ponto de tornar imóveis, por muito dolorosos, os membros.
No caso dos trabalhadores espíritas fica mais fácil encontrar a solução. O magnetismo é o grande mestre nessa área.

Pela característica da fadiga, rapidamente se conclui que o fatigado tem carência de fluidos.
Mas, ao contrário do que o senso comum apresenta, os centros vitais (chakras) dessas pessoas estão congestionados, como que bloqueados em seus sistemas de captação. Por isso, toda energética que nele se deposita tende a se acumular, tornando mais difícil ainda a situação de desconforto do fatigado.
Este o motivo principal pelo qual os passes convencionais dificilmente surtirão efeitos mais positivos. Na verdade, o que se faz urgentemente surtirão efeitos mais positivos.
Na verdade, o que se faz urgentemente necessário é que todo o campo vital do fatigado seja dispersado e realinhado, sempre por passes dispersivos, tanto de forma geral (longitudinais rápidos,perto e distantes) como em cada centro vital, de forma individualizada (transversais próximos e distantes, sempre com largura de movimentos).

Mas, pode-se perguntar, e a energia que ele precisa? É totalmente doada através da água, a qual deve ser magnetizada a cada sessão, de preferência pelo mesmo magnetizador que está fazendo as dispersões. Na absorção da água o fatigado completará sua energética sem as complicações comuns na aplicação direta, pois as psi-moléculas fluídicas serão absorvidas diretamente, sem passarem pelos centros vitais.

Após algumas sessões só com dispersivos, pode-se experimentar pequenas dosagens de doações fluídicas de forma direta, em alguns centros vitais, através de rápidas imposições, sempre intercaladas com dispersivos localizados.
Essa providência, ou seja, esse tipo de passes costuma apresentar solução em tempo relativamente muito rápido, pelo que não se justifica o desconhecimento dessa matéria por parte de tanta gente.

Por fim, após ter sofrido uma fadiga fluídica, que o fatigado aprenda a usar melhor seus potenciais a fim de não cair novamente nesse equívoco, o qual é doloroso, restringente e pode ser que venha a deixar seqüelas se ficar ocorrendo de forma continuada.

quinta-feira, 6 de março de 2014

MAGNETISMO CLÁSSICO (Jornal do Magnetismo critica o Espiritismo)

 Mais uma tradução da nossa irmã Lizarbe de texto extraído do Jornal do Magnetismo, págs 162 a 168 de 1858, dirigido pelo grande magnetizador e amigo de Kardec, Barão Du Potet. O artigo dá uma pequena mostra das muitas críticas que o codificador teve que suportar para que a Humanidade pudesse ter os conhecimentos espíritas à sua disposição. De início incrédulo, mais tarde o Barão du Potet se torna espírita, diante dos inúmeros fatos da realidade espiritual constatados durante as sessões de sonambulismo que ele presenciou.

O espiritualismo faz grandes progressos já há alguns anos, sobretudo na América; os prodígios os quais se atribui tem excitado vivamente a curiosidade pública, os grandes feitos do famoso médium Home tem tido tanta repercussão que era de se esperar o surgimento de um órgão especialmente consagrado ao sobrenatural. O Sr. Allan Kardec, diretor da Revista Espírita, é autor de obra notável intitulada “Livro dos Espíritos”, tem a modéstia de tomar apenas o título de secretário dos Espíritos os quais ditaram aos médiuns; ele declara que teve somente a tarefa de colocar em ordem os materiais obtidos. Nós vemos com prazer esta nova tribuna aberta à discussão de questões tão controversas e cuja solução interessa grandemente à humanidade. O debate é bem animado, a luta, das mais ardentes. É bom que cada lado tenha seus campeões e faça valer todos os seus talentos. A ciência não pode ficar indiferente quanto a esses fatos bizarros, maravilhosos, cujas narrações nos chegam diariamente. É preciso um exame aprofundado para apreciá-los.

Os dois números publicados contêm dissertações interessantes, algumas narrações de fenômenos espiritualistas e trechos apresentados como obra de espíritos ditadas aos médiuns. Os autores parecem animados por uma convicção perfeita e por um zelo ardente de proselitismo; seria desejável que eles trouxessem uma crítica severa na admissão de fatos tão mais difíceis de fazer aceitar por se tratar de coisas maravilhosas.

A revista discute com certo azedume a história do famoso desafio cujo resultado causou algum enfado no campo espiritualista.

Uma oferta de 500 dólares (2500 francos) foi feita pelo intermediário do Correio de Boston a toda pessoa que, na presença de certo número de professores da Universidade de Cambridge, reproduzisse alguns desses fenômenos misteriosos que os espiritualistas dizem ter sido produzidos comumente pelos intermediários desses agentes, chamados médiuns.
O desafio foi aceito pelo doutor Gardner e por várias pessoas que se gabaram de estar em comunicação com os espíritos. Os concorrentes se reuniram nos edifícios de Albion, em Boston; entre eles destacamos as senhoritas Fox, que se tornaram tão célebres neste gênero. A comissão encarregada de examinar as pretensões dos aspirantes ao prêmio se compunha dos professores Pierce, Agassiz, Gonld e Horzford, todos os quatro sábios distintos. As tentativas espiritualistas duraram vários dias; eles foram infrutíferos, assim como constatou o seguinte trecho do relatório da comissão: “A comissão declara que o Sr. Gardner não conseguiu lhe apresentar um agente ou médium que revelasse a palavra confiada aos espíritos num quarto vizinho; que lesse a palavra inglesa escrita no interior de um livro sobre uma folha de papel dobrado, que respondesse a uma questão que só as inteligências superiores podem saber; que fizesse ressoar um piano sem tocá-lo ou avançar uma mesa de um pé sem impulsão das mãos; se mostrando incapaz de dar à comissão testemunho de um fenômeno que se pudesse, mesmo usando de uma interpretação larga e benevolente, ver como equivalente às provas propostas, de um fenômeno que exigisse para a sua produção a intervenção de um espírito, supondo ou implicando ao menos esta intervenção; de um fenômeno desconhecido até aqui pela ciência ou cuja causa não fosse imediatamente assinável pela comissão, palpável por ela, ninguém pode exigir do Correio de Boston a entrega da soma proposta de 500 dólares”.

O Sr. Kardec, longe de ser abalado por este revés, alega que os fenômenos do espiritualismo não são daqueles que se possa reproduzir à vontade, que os espíritos é que são seus autores agindo quando melhor lhes pareça e não às nossas ordens, que eles escolhem seus gêneros de manifestações, que as desconfianças lhes irritam, que eles têm antipatias por certas pessoas, sobretudo, pelos incrédulos e que o incentivo de um prêmio pecuniário, longe de facilitar as comunicações, devia, antes, prejudicá-las.
Todos estes argumentos têm um vício capital que é supor resolvido o que ainda está em questão, ou seja, a partir da realidade dos fatos é que se trataria de verificar, e em seguida, a produção destes fatos pelos espíritos. Enquanto estes dois pontos não forem provados será se perder no vazio, dissertar a perder de vista sobre o costume e o caráter de espíritos cuja própria existência é problemática. Vocês nos alegam fatos prodigiosos, vocês pretendem que nada seja mais comum, que eles se apresentem diariamente em suas reuniões e vocês admoestam rudemente a incredulidade daqueles que recusam admitir e, quando nós lhes pedimos para ver, tudo desaparece; resta apenas sua asserção, que não é suficiente para nós; é apenas nos mostrando testemunhos destes feitos que vocês poderão nos convencer.

Os espiritualistas se contradizem quando afirmam que seus fenômenos não são de natureza a se reproduzir sob seu comando, pois eles colocam na classe das manifestações espirituais os fenômenos dos médiuns escreventes; ora, é notório que cada um desses médiuns pode, a seu grado, pôr em ação a faculdade da qual é dotado e tem somente que pegar uma pena com a intenção de médium para que sua mão se ponha logo a escrever os ditados reputados espiritualistas. Se os espíritos que conduzem a mão dos médiuns estão assim, à disposição deles, por que não estariam os espíritos que movem as mesas, tocam acordeon, mostram as mãos, etc. ?
Que os espíritos escolham seus gêneros de comunicação, que seja; mas por pouco sensatos que sejam, eles devem escolher manifestações inequívocas, capazes de trazer a convicção a todos os expectadores. E quando se responde, em nome destes espíritos, que eles não querem se submeter às provas, é um reconhecimento de impotência ou o abandono da missão e eles atribuída, de esclarecer a humanidade.

Espíritos elevados, como se supõe, não podem se ofender com suspeitas perfeitamente legítimas da parte de pessoas que não tem motivo algum para crer em semelhantes intervenções e às quais a prudência cumpre o dever de estar em guarda contra as fraudes e ao arrastamento cego.
Quanto à pretendida antipatia dos espíritos contra os incrédulos, é impossível de ver, nesta alegação outra coisa que uma maneira cômoda de evitar o olhar vigilante de observadores atentos. Um espiritualista que mora no quarto andar me assegurou que bastava eu por os pés no primeiro degrau da escada para fazer cessar, na casa dele, todas as manifestações. Se for assim, eu sou o senhor dos espíritos, pois minha presença lhes tira subitamente da inércia e eu sou o maior dos exorcistas. É lamentável que não tenha sido encontrado um homem como eu para trazer à razão todos os diabos de Loudun; ter-se-ia evitado de recorrer aos pobres jesuítas que suaram sangue durante mais de dois anos e terminaram eles mesmos possuídos pelos diabos que queriam caçar.

Quanto à questão pecuniária, certamente o desapego é uma bela virtude e desejamos, como o Sr. Kardec, encontrá-la entre todos os médiuns. Mas aqueles, em se apresentando ao concurso, podiam ter em vista apenas o triunfo da verdade e nada os teria impedido, em caso de sucesso, de empregar nem os médiuns, nem os espíritos; uns e outros deviam, ao contrário, sair vitoriosos de uma prova que tinha como juízes excelentes observadores e que teria sido decisiva.
Além disso, uma multidão de médiuns, tanto na América como na França e, notadamente as senhoritas Fox, fazem pagar por suas sessões e não lhes reprovamos visto que o padre, ele mesmo, deve viver do altar. Bem, a remuneração que recebem estes médiuns não lhes retira suas faculdades as quais entram em ação a seu comando, cada vez que um cliente se apresenta.

Vê-se que as razões dadas pelo Sr. Kardec não valem grande coisa. Ele teria sido mais sábio se dissesse que um fato negativo nada prova, que ele é isolado, que a questão permanece e que aqueles que buscam sinceramente a verdade devem estudar com perseverança e multiplicar as tentativas para conseguir arrancar da natureza seus segredos.

O Sr. Kardec expõe a hierarquia dos espíritos, suas funções, seu caráter, etc. e procede à maneira dos reveladores, sem discutir, como se estivesse persuadido de que todos devem se inclinar com respeito diante de sua palavra. Temos o direito de lhe perguntar de onde ele tirou essas afirmações. Só pode ser das “jóias” que são seus oráculos. Sem examinar qual é o valor destas comunicações, nos contentaremos em lhes objetar a enorme divergência que se encontra nos resultados assim obtidos. Os médiuns nos dão sistemas contraditórios que não podem ser todos verdadeiros. Para discernir a verdade, nos dizem eles, é preciso escutar somente os bons espíritos; mas por qual sinal podemos reconhecê-los? Eles nos respondem que é pela natureza de seus ditados. Este procedimento serve apenas para eliminar os ditados evidentemente grosseiros, imorais, ineptos. Porém, entre os outros, nos quais se encontra uma moral pura, uma linguagem nobre, nobres sentimentos, há desacordo sobre a doutrina. Escolher caprichosamente o sistema que mais nos apraz não é agir filosoficamente, visto que este sistema não desfruta de nenhum caráter de superioridade que estabeleça entre ele e os outros, uma diferença nítida. Então se está reduzido a adotar somente o que confirma a razão e a relegar todo o resto para o domínio das hipóteses. Lamentamos que o Sr. Kardec não tenha procedido com esta sábia reserva, que tenha acolhido precipitadamente sistemas sem justificada exatidão e que, em lugar de trabalhar, como ele poderia, pelo progresso da ciência, ele tende (talvez sem saber) a fundar uma seita de iluminados, uma pequena igreja, na qual as “jóias” substituiriam a sagrada trindade.

Eles nos dão ditados de São Luís*. Nós já tivemos ocasião de assinalar a quais riscos de erros se expõe quem aceita assim as declarações dos médiuns sobre a origem de suas comunicações. Mesmo se admitindo a intervenção dos espíritos, a identidade deles não pode ser constatada e os mais eminentes espiritualistas confessaram ter sido enganados por espíritos que se atribuíam, falsamente, o nome de grandes personagens. Nenhum critério conhecido pode servir para controlar estas declarações. Neste caso particular, o ditado consiste em banalidades sobre a avareza; certamente não há nada, nem no fundo e nem na forma, que denote a personalidade do bom rei, nada que ultrapasse o portal intelectual do médium; o Sr. Kardec não se culpa por rejeitar arbitrariamente nos ditados espiritualistas, tudo o que não concordar com as idéias dele. Assim, o espírito de São Luís, tendo ensinado a eternidade das penas do inferno, o Sr. Kardec, que não admite este dogma, isentou-se de nos dizer que este espírito tem cientemente afirmado uma falsidade, mas que seus ditados são destinados aos espíritos de terceira classe (precisamente terceira, nem mais nem menos) a fim de aumentar seus sofrimentos fazendo-os acreditar que não terão fim. Esta explicação está longe de ser satisfatória, pois este ditado é feito não pelos espíritos incorpóreos de uma ordem qualquer, mas pelos homens terrestres e tem o grave inconveniente de lhes inculcar o que se reconhece como um erro. Este fato vem apoiar nossas observações sobre a impossibilidade de reconhecer alguma autoridade a semelhantes produções que se contradizem e sobre a necessidade de tudo submeter ao julgamento da razão. Além disso, se um espírito, por um motivo qualquer, se permite alterar a verdade, ele perde toda a confiança e não pode ser acreditado mesmo na qualidade a qual se atribui. Como então admitir a identidade do pretenso São Luís?

Nós não prolongaremos mais estas observações críticas. Saudamos a aparição de uma coletânea consagrada ao espiritualismo; ela tem um campo imenso a explorar e pode prestar importantes serviços. Mas nós lhes aconselhamos a tomar sempre a razão como guia, a não descartar a via experimental e a resistir ao impulso que leva os adeptos para um iluminismo perigoso e a não prestar seu concurso para restabelecer a semente do fanatismo e das velhas superstições.

A. S. MORIN
Fonte; http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2012/07/magnetismo-classico-jornal-do.html

O CORPO É UM REFLEXO DA MENTE

 Podemos então concluir que, diante de tudo quanto já abordamos, é compreensível dizer que a quebra da harmonia cerebral, em conseqüência de compulsoriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo espiritual, essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, podendo surgir tumores e hemorragias conseqüentes de fenômenos mórbidos assediando a mente, porque o cérebro é o instrumento que traduz essa mente, manancial de nossos pensamentos, e é por isso que a dor do remorso não permite fácil acesso à esfera superior do organismo perispírito, onde se erguem as manifestações da consciência divina. O cérebro real é aparelho dos mais complexos, em que nosso “eu” reflete a vida.

Examinando o organismo que modela as manifestações do campo físico, reconheceremos que a célula nervosa é entidade de natureza elétrica que, diariamente, se nutre de combustível adequado. Há neurônios sensitivos, motores, intermediários e reflexos.
Existem os que recebem as sensações exteriores e os que recolhem as impressões da consciência. Em todo o cosmo celular agitam-se interruptores e condutores, elementos de emissão e de recepção. A mente é a orientadora desse universo microscópico, em que bilhões de corpúsculos e energias multiformes se consagram a seu serviço. Dela emanam as correntes da vontade, determinando vasta rede de estímulos, reagindo ante as exigências da paisagem externa, ou atendendo às sugestões das zonas interiores.
Colocada entre objetivo e subjetivo, é obrigada, pela lei divina, a aprender, verificar, escolher, repelir, aceitar, recolher, guardar, enriquecer-se, iluminar-se, progredir sempre.
Ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob atuação das forças visíveis ou invisíveis.

Lembremos que toda a energia gerada tem que se manter de forma bem equilibrada, porque tanto o bloqueio do fluxo de energia quanto o excesso desse fluxo podem produzir desequilíbrios  e, conseqüentemente, uma doença física.
Hoje, ainda não encontramos na medicina tradicional os recursos necessários para esse entendimento, mas felizmente, surgem na atualidade novas opções terapêuticas, tanto no campo da psicologia como na chamada medicina alternativa, com estudos que comprovam a cura de determinadas patologias através dessas novas abordagens, como é o caso das técnicas de regressão de memória.
Assim sendo, observemos a necessidade de nos reunir cada vez mais para estudar sob esta nova visão, pois somente quando os homens da ciência se permitirem, com mais flexibilidade, atravessar a porta do entendimento do amor, como homens comuns e de fé, é que conseguiremos chegar mais rapidamente à solução de enfermidades que até os dias atuais a ciência não consegue equacionar.

Trabalhando as energias de forma positiva

Por Wagner Borges Leia mais no site  www.ippb.org.br

Antes de mais nada, eleve o pensamento ao Alto e abra o coração na sintonia da fraternidade. Pense no bem de todos os seres. Imagine que o seu corpo é todo feito de água. No alto da sua cabeça, no chacra coronário, pingam gotas luminosas vindas do Alto.
Quando essas gotas tocam o seu “corpo d’água”, elas reverberam nele como quando jogamos pedrinhas em um lago de águas calmas. E essas reverberações luminosas vão se expandindo suavemente para além da extensão de seu corpo e alcançando seus familiares, as pessoas de suas relações e expandindo-se para toda a humanidade. Essas reverberações seguem carregadas de puro sentimento e vão melhorando as pessoas que são tocadas por elas.

Visualização criativa

Posição física: deitado em decúbito dorsal, com as mãos relaxadas e voltadas para cima.
Perspectiva psíquica: consciência aberta, coração generoso e vontade de ser pacífico e feliz.
Objetivo: simplesmente soltar-se no fluxo natural das energias e afrouxar a tensão psicofísica.
Resultado: inspiração, alegria interna, relaxamento, aumento da criatividade e descanso mental.

1. Leve a atenção pacificamente para a planta do pé esquerdo e visualize ali o surgimento de uma rosa amarela em botão. Suavemente, vá desabrochando até abri-la completamente.
2. Faça a mesma coisa na planta do pé direito.
3. Permaneça carinhosamente prestando atenção nessas duas rosas abertas nas plantas dos pés por cerca de 1 minuto.
4. Leve a atenção para as palmas das mãos e também visualize nelas a abertura de duas rosas amarelas. Fique assim por 1 minuto.
5. A seguir, visualize mais duas rosas amarelas desabrochando, dessa feita, nos dois ouvidos. Fique assim por 1 minuto.
6. Leve a atenção para o chacra coronário (situado no meio do alto da cabeça) e visualize surgindo de dentro dele apenas uma imensa flor amarela. Ela desabrocha no alto da cabeça, mas o seu talo está baseado na glândula pineal (epífise), situada no interior da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Fique assim por cerca de 2 minutos.
7. Finalmente, leve a atenção para o centro do peito (chacra cardíaco) e também faça surgir ali uma imensa rosa amarela.
Enquanto ela desabrocha, pense ternamente em amor, luz, alegria e paz para todos os seres de todas as dimensões. Fique assim por vários minutos.
8. Sinta-se bem e agradeça silenciosamente aquele Amor Onipresente que permeia a tudo e a todos.
9. Por favor, e por amor, faça isso com simplicidade, lucidez e alegria. Não deixe seu ego capturar seu bom humor no alçapão da ansiedade. Trabalhe com serenidade e exonere carinhosamente suas angústias internas.

Viver aqui na Terra não é fácil. Mas, é possível entrarmos na sintonia da harmonia íntima usando as flores de nossos pensamentos criativos a favor da paz, de nós e de todos! Faça essa prática simples todos os dias. Seja feliz, pois, apesar dos problemas diários, viver ainda é uma maravilha. Precisamos seguir e sorrir...

Dentro ou fora do corpo, somos imortais! Isso é motivo de uma grande alegria.
Alguém pode assassinar ou atropelar nosso corpo, mas continuaremos vivos, em frente, sempre... Que essa simples prática possa ser em você a síntese de PAZ e LUZ em todos os seus pensamentos, sentimentos e energias.
Sem mais palavras:
AMOR, AMOR, AMOR...


Esta prática pode ser feita sentado, desde que as plantas dos pés não estejam aderidas ao chão e as mãos estejam com as palmas livres.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

LEI DE CAUSA E EFEITO (KARMA)


Lei de Causa e Efeito (Karma)

Os centros de força, que são fulcros energéticos, são influenciados pelas energias originárias das vidas pretéritas da alma que, na nova encarnação, imprime às células a especialização extrema na formação do corpo denso do homem, especialização que todos detemos no corpo espiritual em recursos equivalentes. Essas células obedecem às ordens do espírito, diferenciando-se e adaptando-se às condições por ele criada, procedendo do elemento primitivo, comum, de que todos provimos em laboriosa marcha no decurso dos milênios. É assim que “A enfermidade, como desarmonia espiritual, sobrevive no perispírito”. Pois tal seja a viciação do pensamento, tal será a desarmonia no centro de força, que reage nosso corpo a essa ou àquela classe de influxos mentais, uma vez que toda a mente é dínamo gerador de força criativa. Quando a nossa mente, por atos contrários à lei divina, prejudica a harmonia de qualquer um desses fuIcros de forças, a nossa alma naturalmente se escraviza aos efeitos da ação desequilibrante obrigando-se ao trabalho de reajuste. E é assim que, muitas vezes, numa nova encarnação, encontramos pessoas com problemas mentais ou de paralisias físicas, “apresentando estado morfológico conforme o campo mental a que se ajusta”.

A zona de remorso

A recordação dessa ou daquela falta grave, principalmente daquelas que repousam recalcadas no espírito, sem que o desabafo e a corrigenda funcionem por válvulas de alivio às chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado anormal que podemos classificar de “zona de remorso”, em torno da qual a onda viva e contínua do pensamento passa a enrolarse em circuito fechado sobre si mesmo, com reflexo permanente na parte do veículo fisiopsicossomático ligada à lembrança das pessoas e circunstâncias associadas ao erro de nossa autoria. Isso é bem exemplificado por André Luiz no livro Entre a Terra e o Céu, onde ele relata a questão de Júlio, que, em uma existência, teria aniquilado o veículo físico tomando uma grande quantidade de corrosivo e, mesmo sobrevivendo à intoxicação, fez uma nova tentativa de aniquilar o corpo físico lançando-se à funda corrente de um rio, nela encontrando o afogamento. Na oportunidade seguinte que lhe foi dada, reencarnou junto das almas com as quais se mantinha associado para a regeneração do pretérito, mas infelizmente encontrou dificuldades naturais para recuperar-se, desencarnando ainda menino, vítima de um novo afogamento. E quando chegou o momento de um novo renascimento, para que pudesse se reajustar dentro das leis divinas e recuperar-se mentalmente, equilibrando o “centro laríngeo”, reencarnou, dessa vez, com o corpo fisiológico deficiente, sofrendo do órgão vocal que se caracterizou por fraca resistência aos assaltos microbianos e que, de algum modo, lhe retratou a região lesada. Nesse exemplo, observamos que estabelecida a idéia fixa sobre “o nódulo de força mental desequilibrado”, foi indispensável que houvesse acontecimentos reparadores para que Júlio se sentisse redimido perante a lei, mudando, portanto, seu campo mental.

Somos todos responsáveis

Não podemos esquecer que a imprudência e a ociosidade se responsabilizam por múltiplas enfermidades, como sejam os desastres circulatórios provenientes da gula, os quadros infecciosos pela ausência da higiene comum, os desequilíbrios nervosos da toxicomania e o depauperamento decorrente de vários excessos. De modo geral, porém, as doenças perduráveis, que destróem o corpo físico, têm suas causas no corpo espiritual, pois as energias na nossa alma expressam as chamadas dívidas cármicas, por serem conseqüências das causas infelizes que nós mesmos plasmamos, e são transferíveis de uma existência para outra, uma vez que é a nossa mente, através da energia do nosso pensamento, que, de forma inconsciente, muitas vezes, nos cobra ou nos absolve das faltas cometidas, lançando-nos ou tirando-nos da “zona de remorso”. Existem casos em que, mesmo em estado de recuperação perispirítica, a presença de pessoas desafetas responsáveis por essas zonas pode levar a violentos choques psíquicos, com o que as emoções se lhe desvairam afastando-se da necessária harmonia. A mente desorientada perde o controle da organização perispirítica e dos elementos fisiológicos, assumindo condições excêntricas, dispersando as energias que lhe são peculiares. Essas energias passam a atritar-se e a emitir radiações de baixa freqüência, aproximadamente igual à de que lhe incide o pensamento das vítimas, trazendo, conseqüentemente, as mais variadas repercussões no corpo somático. Devemos também lembrar que não apenas os pensamentos voltados para nossas ações pretéritas mantêm-nos presos a esse circuito fechado do pensamento do qual falamos. O pensamento é muito mais amplo do que a nossa consciência pode alcançar. Subsistem aqueles (o pensamento) em que se fazem inconscientes em nossa mente, também trazidos por lembranças das faltas por outros cometidas, que nos atingiram, deixando marcas no nosso corpo espiritual e que, hoje, ao depararmo-nos em um novo reencontro, sentimos no corpo carnal os efeitos desses males, efeitos estes apresentados muitas vezes na forma de simples sintomas ou mesmo de uma enfermidade instalada.
O pensamento, como uma modalidade de energia sutil atuando em uma forma de onda, com velocidade muito superior à da luz, quando de passagem pelos lugares e criaturas, situações e coisas que nos afetam a memória, agem e reagem sobre si mesmos, em circuito fechado, trazendo-nos, assim, de volta as sensações desagradáveis hauridas ao contato de qualquer ação desequilibrante. Isso tudo acontece porque, quando nos rendemos ao desequilíbrio ou estabelecemos perturbações em prejuízo dos outros, plasmamos nos tecidos fisiopsicossomâticos determinados campos de ruptura na harmonia celular, criando predisposições mórbidas para essa ou aquela enfermidade e, conseqüentemente, toda a zona atingida torna-se passívelde invasão microbiana.

Reforma íntima

Quando é desarticulado o trabalho sinergético das células nesse ou naquele tecido, intervêm as unidades mórbidas, quais o câncer, que nessa doença imprime acelerado ritmo de crescimento a certos agrupamentos celulares, entre as células sãs do órgão em que se instalam, causando tumorações invasoras e metastáticas, compreendendo-se, porém, que a mutação no início obedeceu à determinada distonia, originária da mente, cujas vibrações sobre as células desorganizadas tiveram o efeito das projeções de raios x ou de irradiações ultravioletas, em aplicações impróprias.
Quando o doente adquire um comportamento favorável a si mesmo, num crescente de humildade, paciência, devotamento ao bem, num profundo processo de renovação moral, as forças físicas encontram sólido apoio nas radiações de solidariedade e reconhecimento que absorve de quantos lhe recolhem o auxílio direto ou indireto, conseguindo conter a disfunção nos neoplasmas benignos que ainda respondem à influência organizadora dos tecidos adjacentes. Devemos, portanto, reconhecer o quanto é importante o equilíbrio de nossa mente, pois com as aquisições e observações da psicopatologia, podemos observar a intervenção dos fatores internos ou psicogênitos em todas as atividades do organismo físico.

O aparelho cerebral

André Luiz, no livro No Mundo Maior, falando sobre o sistema nervoso, observa em preciosa síntese que: “No sistema nervoso, temos o cérebro inicial, repositório dos movimentos instintivos e sede das atividades subconscientes. Na região do córtex motor, zona intermediária entre os lobos frontais e os nervos, temos o cérebro desenvolvido, consubstanciando as energias motoras de que se serve a nossa mente para as manifestações imprescindíveis no atual momento evolutivo do ser. Nos planos dos lobos frontais, silenciosos ainda para a investigação científica do mundo, jazem materiais de ordem sublime, que conquistaremos gradualmente, no esforço de ascensão, representando a parte mais nobre do nosso organismo divino em evolução. Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que se divide em três regiões distintas, onde, no primeiro, situamos a “residência de nossos impulsos automáticos”, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados; no segundo, localizamos o “domicílio das conquistas atuais”, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando; no terceiro, temos a “casa das noções superiores”, indicando as eminências que nos cumpre atingir. Num deles, moram o hábito e o automatismo. No outro, residem o esforço e a vontade; e, no último, moram o ideal e a meta superior a ser alcançada. E assim distribuímos o subconsciente, o consciente e o superconsciente.

Como vemos, possuímos em nós mesmos o passado, o presente e o futuro”.

Fonte; http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2014/02/lei-de-causa-e-efeito-karma.html

BIOENERGIA

Por Wagner Borges
  
Bioenergia é o princípio vital que interpenetra e nutre a todas as coisas do Universo Interdimensional. É aparentemente onipresente e impessoal, permeando praticamente todos os planos de manifestação. Podemos, então, dizer que existe uma energia densa (etérica), astral (etérea) e mental. Einstein, na verdade, parece que partiu desse princípio quando demonstrou a substancial identidade entre a energia e a matéria, e a possibilidade de transformar uma em outra: a matéria é energia em estado de condensação; a energia é matéria em estado radiante.
A nomenclatura sobre a energia é bastante diversificada, variando de filosofia para filosofia. Ex.: Luz Astral (Cabala), Prana (Yoga), Mana (Kahunas), Força Ódica (Barão Von Reichenbach), Energia Orgônica (Wilhelm Reich), Telesma (Hermes Trismegisto). A palavra Energia é derivada do grego “Energes” (ativo) que, por sua vez, deriva de “Ergon” (obra). Logo, etimologicamente significa “Atividade”; “Movimento”. A palavra Prana, como a energia é mais conhecida na Índia, pátria original do Yoga, é derivada do sânscrito “Pra” e de “An” (respirar, viver). Logo, etimologicamente significa “Sopro Vital”. No Japão, a energia é conhecida como “Ki”. Na China, é conhecida como “Chi”.
As energias que os seres vivos absorvem e metabolizam são oriundas de fontes variadas: o sol, o espaço infinito, o próprio planeta... Os ocultistas orientais dividiram essas energias em três grupos distintos: 1. Fohat (eletricidade): energia conversível em calor, luz, som, movimento, etc; 2. Prana (vitalidade): energia integrante que coordena as moléculas e células físicas e as reúne num organismo definido; 3. Kundalini (fogo serpentino): energia primária, violenta, estruturadora das formas. É oriunda do centro do planeta.

Energia consciencial ou pessoal
É a energia cósmica que a consciência absorve e emprega nas suas manifestações gerais. Essa energia consciencial é chamada em geral de energia anímica ou magnetismo pessoal. Ao ser metabolizada pela consciência, a energia cósmica deixa de ser impessoal e assume as características pessoais da criatura.

Fontes básicas de energia vital
1. Ar atmosférico, através do aparelho respiratório e da pele; 2. Alimentação de sólidos e líquidos, através do aparelho digestório; 3. Absorção de energia pelos chacras; 4. Sono, através da descoincidência dos veículos de manifestação da consciência; 5. Projeção da consciência, através da absorção energética no plano astral.

Ativação energética
A consciência pode ativar as suas energias conscienciais de três maneiras:
1. Circulação Energética (circulação fechada; estado vibracional); 2. Absorção Energética (recepção energética); 3. Exteriorização Energética (Irradiação energética).

Propriedades  da energia cósmica
1. É acumulável por um sujeito devidamente treinado; 2. É transmissível (pode-se energizar qualquer coisa); 3. Tem polaridade positiva e negativa (YIN e YANG);  4.Pode ser dinamizada pelo campo energético humano através da vontade; 5. Pode acumular qualidades específicas, mesmo quando é inespecífica em si mesma; 6. Pode formar parte da atmosfera de um planeta (energia telúrica, aérea, aquática e ígnea); 7. É uma degradação de energia mental cósmica; 8. Pode adotar uma diversidade de manifestações, dependendo do ambiente onde interpenetra; 9. Tem três atividades básicas no campo energético humano: recepção, exteriorização e circulação fechada (estado vibracional); 10. A matéria é energia condensada (luz capturada gravitacionalmente); a energia é matéria em estado radiante. Logo, tudo é manifestação, em graus variados, de uma mesma energia.

Fonte; http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/

O FLUIDO VITAL E O DUPLO ETÉRICO

Perguntas e respostas Entrevista com dr. Ricardo D Bernardi
Por Paulo P. L

O fluido vital forma uma estrutura especial em nós?
Ele forma um “corpo”, de certa forma, sim. Constitui o chamado corpo vital, também conhecido como corpo etérico.

São sinônimos ? Há outros sinônimos equivalentes ?

Sim. Ei-los: Duplo Etérico, Corpo Vital (Kardec), Corpo Prânico, Veículo do Prana, Corpo Bioplásmico, Corpo Biocósmico, Corpo Energético, Primeiro corpo de Energia, Corpo Diáfano, Corpo Efêmero, Veiculo da Vitalidade, Corpo da Vitalidade, Casca Luminosa, Reflexo do Corpo Físico, Aerossomai, Armadura Energética, Contra-corpo, Cópia Vital Humana, Corpo Aiterico, Corpo Bardo (tibetanos), Corpo Lepto-Hilico, Corpo Leptomerico, Corpo Ódico, Corpo Unificador, D Jan, Kosha, Reboque Energético, Umbra, Veiculo Semi-Físico, Véu do Corpo Humano, Véu Etérico, Ponte Corpo Humano-Psicossoma, Pranamaya-Kosha.

Corpo etérico... é o mesmo que perispírito, corpo astral ou psicossoma ?

O corpo etérico ou corpo vital é que  liga o corpo físico ao perispírito. É uma estrutura ou “corpo” intermediário entre o corpo material e o perispírito .
Fluido vital é o mesmo que bioenergia?
Sim.

Então o corpo etérico ou corpo vital tem importância nas terapias energéticas?

Sim. É o fluido vital ou bioenergia que é mobilizado nestas terapias energéticas.

Poderia nos dar uma definição melhor de corpo etérico ou duplo etérico?

O duplo etérico é um invólucro energético, vibratório, luminoso, vaporoso e provisório, que coexiste estruturalmente com o corpo físico e o envolve. Está ligado à doação ou exteriorização de energias, pois, no duplo etérico é que se situam os chacras.

Qual a situação anatômica?

É o agente intermediário entre o corpo físico e o perispírito (corpo astral).

Este corpo etérico é então composto de energia ou fluido vital, certo?

É constituído por fluido vital (Energia Vital ou Prana), daí a denominação corpo vital.
Este fluido é originado do Fluido Cósmico Universal. Absorvido pelas moléculas orgânicas confere o atributo da vida.

O corpo etérico faz a ligação entre perispírito e corpo físico. No entanto, ele sai dos
limites do corpo material ?

Os limites do corpo humano são ultrapassados em cerca de 1 cm pelo corpo etérico.

Qual é a consistência deste corpo etérico?

Textura típica dos elementos fluídicos, mais densa nos indivíduos primitivos e mais sutil e delicada nos seres humanos espiritualmente evoluídos.

Qual a forma deste corpo etérico?

Humanóide, com grande elasticidade. Lembra o “Gasparzinho” ou um fantasminha.
Uma massa de fluido vital que toma a forma do corpo, mas enquanto ocupa este espaço. Quando desencarnamos, esta massa de fluidos volta (quase toda) para o fluido cósmico universal.

Teria cor?

Branca (nos espíritos encarnados mais sutis) ou acinzentado, nos menos evoluídos.

Diz-se corpo etérico, mas teria órgãos como há no perispírito ?

Não possui órgãos como o corpo astral. Possui regiões denominadas chacras, que captam energia cósmica distribuindo-as para o corpo físico (rebaixamento vibratório) e para o perispírito (ou corpo astral).
Os chacras são interligados por nádis ou meridianos que permitem circular as energias.

Afinal, os chacras estão no perispírito ou no corpo etérico ?

Ficam no perispírito também (centros de força), e cada um deles se apresenta igualmente no corpo etérico. São cópias.
No mundo extrafísico ou colônias espirituais, também há mediunidade e inclusive realizam sessões mediúnicas. Daí a necessidade (há outros motivos) da existência destes centros de força no corpo dos espíritos.

Explique: qual é a função principal ou a função básica do duplo etérico ?

Função básica: o corpo etérico é o veículo e a reserva da nossa energia vital, absorve o fluido vital e o distribui pelo corpo humano além de o transformar em fluidos sutis, enviando-os ao corpo astral (perispírito).
Função 2 – produção de ectoplasma: o corpo etérico é o principal responsável pela elaboração do ectoplasma, portanto, participa diretamente na mediunidade de efeitos físicos e materialização dos espíritos.
Função 3 – exteriorização de energias nos processos de irradiação, passes magnéticos e similares. Há projeção de energia vital do corpo etérico em direção ao paciente, magos, médiuns, paranormais, feiticeiros etc. Usam (conscientemente ou não), a projeção do seu corpo etérico com finalidade terapêutica ou criminosa.
Função 4 – programação do tempo de vida: o duplo etérico traz, em si, a programação do tempo de vida física do indivíduo; o duplo etérico possui um “quantum” de energia vital.
Função 5 – fixação do corpo astral ao corpo físico.
Função 6 – vitalização das formas pensamento: a mente cria formas de pensamento que se mantém pelo fluido vital que doamos e alimenta as formas-pensamento. Dá vida temporária a estados formas. Veja o nome: fluido vital... Formas-pensamentos são emanações mentais nossas ou de desencarnados que são vivificadas por massas de fluido vital. Também conhecidas como “Cascões Astrais” na Teosofia. Por serem vitalizadas mantêm-se com vida vegetativa temporária.
As formas-pensamento ou criações ideoplásticas são formas criadas pelo pensamento (corpo mental) que existem transitoriamente e que são vitalizadas  (alimentadas com fluido vital) provindas do corpo etérico.
Em nosso grupo mediúnico, os médiuns desdobrados (projetados) vêem muito isto.

O corpo etérico tem lucidez? Expressa-se com pensamentos ou algo assim?

Não. O corpo etérico não é veículo da consciência. Não possui “órgãos” como o peris-pírito (corpo astral) que tem um cérebro (paracérebro). O corpo etérico não atua como veículo separado, individual, para manifestação da consciência, nem está apto para captar informações por não ter paracérebro, ao contrário do corpo astral (perispírito).O corpo etérico, sendo composto de fluido vital, se desgasta? Repõem-se este fluido vital? Como?
Sim, há um desgaste natural durante a vida, no entanto, há reposição deste fluido, chamado também de energia vital, prana ou bioenergia.

Formas de reposição:

a) Respiração, em especial pela respiração com mentalização ou respiração prânica, que é um técnica de absorção desta energia vital do cosmos.
b) Reposição pela alimentação. Ao se ingerir alimento orgânico, sempre se absorve energia vital. Se você come uma maçã, está ingerindo energia vital além da composição química que compõe a maçã.
c) Pode-se repor este fluido vital quando se recebe passe ou irradiação.
d) Absorção pelo chacra esplênico, neste caso se absolve diretamente da massa de fluidos do universo.

Há desgastes precoces deste fluido vital?

Sim! Os vícios podem levar a desgastes mais rápidos da bioenergia. A obsessão espiritual ou vampirização energética por espíritos desequilibrados, as doenças e o suicídio, que seria o exemplo maior deste desgaste súbito.

O suicida sofre, moralmente, por transgredir a Lei de Deus?

Sim, mas analisemos também sob o ponto de vista científico: não havendo o esgotamento dos órgãos, há retenção de fluido vital nestes órgãos e o perispírito pode permanecer ligado ao cadáver pelo duplo etérico.

Como se forma o corpo etérico em nós, ou seja, seria desde o início da encarnação? De onde vem "a matéria-prima"?

Desde o início da encarnação, o fluido vital do óvulo já fixa as energias perispirituais do reencarnante.
Na fecundação, milhões de espermatozóides excedentes (não fecundantes) fornecem a energia vital excedente para a constituição inicial do corpo etérico, o qual fixará o corpo astral ao embrião.
Como entender a questão morte e fluido vital?
Com as enfermidades e o falecimento dos órgãos, não há mais fixação do fluido vital.
O desprendimento progressivo do mesmo determina a morte, ou seja, o desligamento do corpo astral do corpo físico.

Quantos seriam os chacras no corpo astral ou corpo etérico ?

São vários. Sete ou oito principais (depende do sistema de análise), dezenas de outros menores e milhares muito pequenos, formando os pontos de acupuntura.

Centros de força, de André Luiz, são os mesmos chacras?

Sim, e vale acrescentar que se relacionam entre si e se correspondem em seus diferentes corpos (corpo astral, etérico e físico, através dos plexos nervosos).

Você pesquisou algum tempo com fotos Kirlian e parece-me que em um congresso demonstrou que as fotos antes e depois da sessão mediúnica têm alterações importantes. É fato ?

Sim. As fotos, após a sessão mediúnica demonstram ganho de energia significativo.
Após duas horas de doação energética, as fotos crescem seu campo energético.

Mas se houve doação, como aumentaram?

É dando que se recebe... Lembra?

Ao se receber um passe, se recebe fluido vital, correto? Se é assim, como esta energia entra e como vai para o perispírito e corpo físico?

Considero que a energia vital doada (passe) é captada pelo corpo etérico, sofre uma aceleração vibratória e "sobe" ao corpo astral (perispírito), bem como sofre um rebaixamento ou desaceleração vibratória e "desce" para o corpo físico. Em resumo, entra pelo corpo etérico (vital) e vai para o perispírito e corpo físico.

Quando vai em direção ao perispírito, vai pelos chacras?

Sim.

Ao invés de doação, existe o roubo de energia vital por espíritos vampiros. Poderia explicar como isto ocorre?

São espíritos ditos endoparasitas, isto é, que se fixam “dentro” (endo) do obsedado no seu chacra esplênico, sugando o fluido vital. São os "vampiros ".

Quando alguém doa energia vital, no passe, por exemplo, após o trabalho sente-se fraco, inclusive por amor chega a chorar de emoção no passe, de compaixão do paciente. Como se explica que saiu fraco ?

Ao se envolver emocionalmente, pela compaixão, chegando a chorar, mobiliza o chacra gástrico ao invés do cardíaco. No cardíaco nos relacionamos com o amor, no gástrico com a paixão, o sentimentalismo.

Isto é ruim, não é evolução. Já pensou se os grandes cirurgiões chorassem na cirurgia?

Uma amiga do meu filho, ao voltar da praia, onde fez topless, voltou com dor de cabeça. 

Disseram-me que seria por captação de energias vitais, concorda com isto ?

Explicando: a garota, sem a parte superior do biquíni, ficou durante horas recebendo a carga energética dos rapazes sobre seu chacra genésico. As energias ascendiam pelos nádis (canais de energia entre os chacras), isto porque ela não sintonizava com as energias agressivas dos rapazes. Esta energia doada por eles ascendia ou subia até o chacra coronário (no topo da cabeça) para ser transformada ou sublimada. O acúmulo desta energia (horas) gerou dor de cabeça. Não esqueça que pode ser só um resfriado ... ou outra causa mais natural.

A obsessão de espíritos sobre a parte sexual pode sugar fluido vital? O que causaria?

Sim, pode sugar fluido vital pelo chacra genésico. Pode causar frigidez ou exacerbação sexual, ou ainda desvio dos padrões de forma muito acentuada, pelas características dos obsessores.

A desarmonia da energia vital ou fluido vital provoca em nós doenças, certo? Como isto ocorre?


Se o espírito pensa mal, reflete na freqüência da energia vital, pelo perispírito. O corpo físico reage se fragilizando e tornando-se suscetível às doenças.